Raphael Albino


Qual é a sua experiência colaborando para que equipes e organizações sejam ágeis?

São 9 anos atuando com ágil no dia a dia corporativo e 13 anos aprendendo sobre tecnologia, práticas, técnicas, negócio e pessoas. Recentemente, tive a oportunidade de apoiar uma empresa do ramo de seguros a aplicar práticas "ágeis" em um processo de transformação digital. Meu apoio passou por capacitações (Kanban, Scrum, MVP, OKR e métricas de processo), facilitação de discussões sobre como conectar objetivos de negócio e soluções como níveis executivos, compartilhamento de práticas para o entendimento de personas, planejamento de produtos mínimos, mediação de um processo para a criação de protótipos e desenvolvimento de ferramentas para gestão visual (ex: fluxos de trabalho). A aplicação das técnicas elencadas ajudou a empresa na formação de um modelo de trabalho que combina eficiência, eficácia e uma visão econômica.

O que você planeja aprender ou explorar nesse Camp?

Qual é o maior desafio para a comunidade ágil nos próximos 5 anos e por que?

Precisamos aprender a dialogar sobre os resultados (quantitativos e qualitativos) do ágil no contexto organizacional. O tema (ágil) está na moda (alta frequência), porém, a ausência de provas que justifiquem as mudanças tem feito algumas organizações ficarem frustadas. Ao invés de propagar a palavra "valor", um exercício que temos que fazer como comunidade é dar significado para tal constructo (ex: valor pode ser geração de receita, redução de custos, menor tempo para solucionar problemas, maior satisfação para os clientes dos produtos e seviços etc.). Outro ponto importante é retomarmos o lado técnico quando discutimos sobre a construção de produtos digitais. Processo sem práticas de engenharia de software é algo flácido e dificilmente trará a tão sonhada agilidade que o negócio espera. Por fim, até que ponto as empresas precisam do Agile Coach? Por qual motivação? Quais seriam os possíveis tipos de Agile Coach?

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