Raphael Molesim


Qual é a sua experiência colaborando para que equipes e organizações sejam ágeis?

Eu sou consultor em Agilidade Organizacional na McKinsey & Company, eu ajudo empresas que buscam escalar adoção de métodos ágeis para obter agilidade nos negócios.

Conheci métodos ágeis em 2008 quando trabalhava como desenvolvedor. Neste mesmo período foi quando comecei a adotar práticas de engenharia ágil. Em 2010 me mudei para Dublin, na Irlanda, onde fui trabalhar como desenvolvedor, para adquirir fluência na língua inglesa.

Durante 4 anos trabalhei na Lambda3 como desenvolvedor e agile coach, vivenciando a realidade de fornecedor de software, trabalhando com formação de equipes de alto desempenho e desenvolvimento de projetos de escopo aberto. Durante 3 anos fui o principal recrutador e também colaborei em atividades comerciais, consultoria e treinamentos.

Durante a transformação ágil do Itaú, liderei o time da Rede, que era responsável pelas definições de change management, enterprise architecture, organizational design, etc.

Atualmente tem me dedico em transformação digital e atuando em projetos na América Latina. Com larga experiência em re-desenho de jornada digital, com projetos na Argentina, Panamá e Curitiba. Recentemente estou trabalhando com agilidade organizacional, desenhando e implementado o Culture Change Office. Nas horas vagas desenvolvendo algum pet project em Ruby.

De 2013 a 2015 participei da organização da Agile Brazil, como revisor, track lead, co-chair e chair de programa. Desde de 2018 sou o chair do Agile Coach Camp, o único evento de agilidade destinado a os membros mais experientes da comunidade.

Sou bacharel em Sistemas de Informação pela EACH/USP, além de já ter palestrado em eventos como DevCamp, Caipira Ágil, Dot Net Architects, The Developers Conference, Agile Vale, Agile in Rio, Scrum Gathering, Agile Trends e Agile Brazil.

O que você planeja aprender ou explorar nesse Camp?

Qual é o maior desafio para a comunidade ágil nos próximos 5 anos e por que?

Conseguir fazer com que agile seja maior que scrum, que os valores e princípios não sejam diluídos no processo de massificação.

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