Yoris Linhares


Qual é a sua experiência colaborando para que equipes e organizações sejam ágeis?

Iniciei minha atuação ajudando pessoas com agilidade em uma empresa do governo entre 2009 e 2015, quando colaborei na disseminação do pensamento ágil por meio de encontros regulares para apresentar temas (Manifesto Ágil, TDD, Gestão Ágil, Scrum etc), na formação de equipes ágeis por meio de workshops e treinamentos (Conceitos da agilidade; Scrum; Requisitos ágeis; Gestão ágil, etc) e apoiando algumas equipes de desenvolvimento e PMO por meio de mentoria e coaching para identificarem gargalos e impedimentos e experimentarem práticas ágeis. Junto a isso, também lecionei em instituições de ensino sobre agilidade. Entre 2015 e 2017 atuei como membro de uma equipe com uma gestão totalmente democrática - Happy Melly, onde havia descentralização total das decisões e autoridade, foco na entrega de valor, transparência e acesso a todas as informações e feedback voluntário e constante entre os pares. Após este período, tenho me dedicado a ajudar as pessoas a conhecerem vários temas da agilidade, acumulando mais de 700 horas de treinamentos, cursos e workshops sobre temas relacionados a agilidade (Scrum, Gestão ágil de projetos, Conceitos de Agilidade, Kanban, Management 3.0, etc).

O que você planeja aprender ou explorar nesse Camp?

Como escalar a transformação ágil em uma organização? Como ajudar uma organização a se transformar em curto período de tempo? Essas perguntas tem surgido em minhas conversas, muitas vezes não de forma explícita, com colegas agile coaches e com organizações. Sentimos juntos essas dores. O desafio então não é mais como fazer a transformação, mas como fazê-la a velocidade necessária.

Qual é o maior desafio para a comunidade ágil nos próximos 5 anos e por que?

Fazer com que coaches sejam inúteis para que as próprias pessoas desenvolvam o protagonismo das próximas mudanças.

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