Eduardo Colabardini


O que você planeja aprender ou explorar no Agile Coach Camp e quais os temas que você quer ver discutidos?

Gostaria de explorar profundamente modelos horizontais de gestão, mais exatamente como estruturar startups para atingirem maior agilidade organizacional mantendo sua saúde financeira, como empoderar os times para tomada de decisão sobre o produto, como estruturar áreas e equipes multidisciplinares; como contratar e definir salário; como lidar com a estabelecida cultura de metas e performance individuais, entre outros. Tenho lidado com estas questões ultimamente e introduzido pequenas mudanças (que até o momento foram bem recebidas e estão sendo replicadas) de Management 3.0 e Agile HR, como mapas pessoais (para melhorar a comunicação e conexão entre as pessoas), STAR framework (para entrevistas comportamentais e contratar pessoas alinhadas culturalmente) e metas coletivas por unidade de negócio (para evitar o individualismo), entre outras. Estou aberto para ouvir a experiência de outros participantes para debatermos e melhorarmos continuamente!

Como você acredita que pode contribuir nessa edição do Agile Coach Camp?

Posso contribuir discutindo desde assuntos técnicos de desenvolvimento de software (como Evolutionary Architecture, Clean Code, DevSecOps, Chaos Engineering, Twelve Factor, Modern Testing etc) até gestão de times de desenvolvimento (desde cascata até agilidade, Software Zen, princípios e práticas do Management 3.0, Agile HR - Teoria X e Y, liderança e autonomia, processo de formação de times etc).

Conte-nos qual é a sua experiência colaborando para que equipes e organizações sejam ágeis

Em 2012 comecei a trabalhar numa fábrica de software utilizando o modelo cascata de desenvolvimento de software. Fiquei inconformado com a ausência de entrega de valor, zero contato com os usuários e a falta de colaboração com o cliente. Com ajuda de outros colegas consegui implantar o Scrum, acumulando o trabalho de Líder Técnico e Scrum Master. Seguindo em frente, fui para o UOL, onde atuei como desenvolvedor backend e consegui desenvolver produtos que faziam mais sentido, com certa agilidade. Pelos times que passei ajudei a organizar o fluxo e o processo de desenvolvimento utilizando Kanban e sendo dono das cerimônias. Com mais experiência, topei o desafio de ir para o Moip/Wirecard, onde atuei como Chapter Leader de Backend e Head de Engenharia, utilizando gestão moderna de pessoas. Em 2020 topei o desafio de ser CTO do Stoodi, uma Edtech que tem como propósito transformar o futuro dos brasileiros por meio da educação.

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