Mudança de data

Devido ao agravamento da pandemia de Covid 19 tivemos de alterar a data do evento de Março para Abril, caso queira saber mais clique aqui.





Victor Vidal


O que você planeja aprender ou explorar no Agile Coach Camp e quais os temas que você quer ver discutidos?

Quero participar ativamente aprendendo e colaborando muito com o grupo, mas dois tópicos específicos gostaria de discutir: 1 – Guerra de métodos: Vejo muita guerra de um método ágil ser melhor do que outros por aí, discussões, ofensas e uma série de batalhas por venda de cursos tirando os méritos dos outros. Quero ouvir um pouco mais dos participantes qual a perspectiva do grupo sobre o tema e como podemos sair “ilesos” dessa “guerra fria” 2 – Experiências com métodos e metas: Algumas Organizações acabam colocando método como meta, ou até mesmo um desentendimento sobre algumas métricas de agilidade viram metas das pessoas, consequentemente, o que era pra ser bom, vira uma “arma contra a agilidade de fato”, a pauta seria para discutirmos como estamos lidando com isso.

Como você acredita que pode contribuir nessa edição do Agile Coach Camp?

Sou meio “maluco” pra colocar teoria em prática, quando aparece muita filosofia a “abraçamento de árvore” sem olhar para a realidade e se as coisas são possíveis de fazer de fato fico antenado.

Tenho algumas histórias interessantes sobre aplicação frameworks e práticas ágeis em ambientes de nichos diferentes (pharma, bancos, laboratórios, órgão público e alguns outros) e também em tipos de times diferentes (software, redes, data center, cloud, rh, marketing, comercial e alguns outros), também permeando as camadas de times, lideranças táticas e estratégicas, nessa edição, pretendo abordar diversas histórias, experiências e saídas de situações #desafiadoras que enfrentei, enfrento e imagino que enfrentarei muito mais ainda.

Como também atuo no campo acadêmico, quero também contribuir com a minha visão de como podemos melhorar a instrução dos profissionais que atuam com agilidade no mercado.

Conte-nos qual é a sua experiência colaborando para que equipes e organizações sejam ágeis

Tive a honra de trabalhar com ITSM no início da carreira e sequenciei trabalhando com processos ITIL (ainda v2 na época), o mais engraçado, é que a forma como implementava alguns processos já incomodava, pois um dos focos era proteger muito o ambiente e torná-lo estável, mas com isso, muita burocracia era imbutida nas entregas de tecnologia. Com isso, já adaptava muito os processos para que tivessem um equilibrio entre governança e agilidade, mesmo sem agilidade estar em alta.

Depois trabalhei com gestão de projetos tradicionais, abordagem “parruda” mesmo de gestão, que pra mim também nunca fez sentido querer “entubar 30mil documentos” sem pensar na entrega (aliás, nem o PMBOK recomenda isso, mas interpretações errôneas sim…), então usava muito tailorismo nas práticas já imbutindo agilidade no modo de pensar e agir com os times que liderei enquanto gerente de portfólio de projetos.

Entrei na agilidade, começando com scrum em Órgão público, o que já foi um hiper desafio, mas conseguirmos ter resultados bem significativos, despertando o interesse da alta gestão em mais produtividade e qualidade nas entregas, conseguimos disseminar nos diversos times de TI e negócio.

Atuei como consultor e líder de time em diversas empresas (Banco BV, Itaú, Novartis, Maestro Frotas, CCR, Detran, Lilly, Markup e algumas outras) , colocando a “mão na massa” com alguns times de Lace, Agile Coaches, SMs e lideranças de Organizações, desde implementações do zero até algumas com certa maturidade, focando em fazer um mix de práticas (métricas, discovery, delivery fluído, facilitações, treinamentos, refinamento, ferramentas etc.) e frameworks (scrum, kanban, SAFe, LeSS, Scrum Scale, TDD, BDD, flight levels, Itil 4 e outras).

Sou professor desde 2012 de alguns temas (métodos ágeis, SAFe, imersões, governança de TI e outros) levando os conteúdos de forma prática e ajudando uma galera a fazer a diferença no mercado.

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